Face it & fight it
Posted on 23:46
Há um tempo acreditava fortemente no poder das palavras. Até entender realmente o quão impactante pode ser uma ação, principalmente se levar em consideração quem a realiza.
Se fosse outra pessoa, ficaria empolgada.
Se fosse outra pessoa, ficaria nervosa.
Se fosse outra pessoa, ficaria decepcionada.
Se fosse outra pessoa, ficaria preocupada.
Se fosse outra pessoa, ficaria (...).
Não é muito satisfatório esperar algo de quem não pode e/ou não quer realizar. Mas, de certa forma, não me sinto culpada por não criar certas expectativas sobre quem poderia cumpri-las. Ainda mais levando em consideração que sinto-me bizarra por considerar tanto os meios/motivos ao invés de só olhar para os resultados finais.
E aí entro no quesito de: até quando vale a pena me preocupar?
Se fosse outra pessoa, ficaria empolgada.
Se fosse outra pessoa, ficaria nervosa.
Se fosse outra pessoa, ficaria decepcionada.
Se fosse outra pessoa, ficaria preocupada.
Se fosse outra pessoa, ficaria (...).
Não é muito satisfatório esperar algo de quem não pode e/ou não quer realizar. Mas, de certa forma, não me sinto culpada por não criar certas expectativas sobre quem poderia cumpri-las. Ainda mais levando em consideração que sinto-me bizarra por considerar tanto os meios/motivos ao invés de só olhar para os resultados finais.
E aí entro no quesito de: até quando vale a pena me preocupar?



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